15 coisas sobre a escrita que eu diria para mim com 15 anos

Por: Andresa Rocha quinta-feira, julho 21, 2016

Não sei se vocês estão por dentro da moda da outra rede social, o Facebook, que é um amigo te dar uma idade passada e você dizer conselhos ao seu “velho eu” quando tinha tal idade. Exemplo: um conhecido sugeriu 12 anos, então você dirá 12 coisas que naquele momento você não sabia, mas que seriam importantes no futuro.

Pois bem, tive a brilhante ideia de adaptar a brincadeira: ao invés de conselhos da vida, darei conselhos sobre a escrita! Para ajudar no desafio, pedi para que a bff me dissesse um número, e lá vamos nós para a minha lista da verdade.

15 coisas sobre a escrita que eu diria para mim com 15 anos:

6 Sites de Pesquisas Remuneradas na Internet

Por: Andresa Rocha quinta-feira, junho 23, 2016

Alguns meses atrás, enquanto procurava formas de ganhar dinheiro na Internet, descobri sobre sites de pesquisas remuneradas. Eles basicamente são sites em que você responde questionários onlines a respeito de temas diversos, como: cosméticos, filmes, séries, produtos alimentícios, de higiene, automóveis, comerciais de TV e etc.

A cada pesquisa respondida, você acumula pontos para trocar na lojinha do site. As possibilidades de troca dependem do site cadastrado. O tempo médio que leva para responder cada questionário é de mais ou menos 10 minutos, e quanto mais demorado ele for, mais pontos você provavelmente receberá no final. Algumas pesquisas são tão repetitivas que, às vezes, é chato de responder, e caso interrompa uma sem terminar, você não ganha nada.

Mosquitolândia - David Arnold

Por: Andresa Rocha sábado, junho 18, 2016

Título: Mosquitolândia
Título Original: Mosquitoland
Autora: David Arnold
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 350
Ano: 2015
Gênero: Literatura Juvenil (Young Adult)
Avaliação: ☁ ☁ ☁
Sinopse: “Meu nome é Mary Iris Malone, e eu não estou nada bem.” Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para o árido Mississippi, onde passa a morar com o pai e a madrasta e a ser medicada contra a própria vontade. Porém, antes mesmo de a poeira da mudança baixar, ela descobre que a mãe está doente. Mim foge de sua nova vida e embarca em um ônibus com destino a seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, e acaba encontrando alguns companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho. Quando a jornada de mais de mil quilômetros toma rumos inesperados, ela precisa confrontar os próprios demônios e redefinir seus conceitos de amor, lealdade e sanidade. Com uma narrativa caleidoscópica e inesquecível, Mosquitolândia é uma odisseia contemporânea, uma história sobre as dificuldades do dia a dia e o que fazemos para enfrentá-las.

Por Lugares Incríveis - Jennifer Niven

Por: Andresa Rocha domingo, maio 22, 2016

Título: Por Lugares Incríveis
Título Original: All the Bright Places
Autora: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 336
Ano: 2015
Gênero: Literatura Juvenil (Young Adult)
Avaliação: ☁ ☁ ☁ ☁
Sinopse: Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver. Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.

Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

Não Desista, Não

Por: Andresa Rocha sexta-feira, maio 06, 2016

Não desista, não. Sei que está difícil no momento; na mesma hora em que tudo está bem o chão bambeia aos seus pés e você está em cima do muro novamente, pendendo de um lado a outro, pronto para cair na escuridão mais uma vez. Não pule... Você estava indo tão bem ultimamente! Por que essa vontade de subir lá e se deixar sucumbir por sentimentos que te deixam tão mal?

Não, você não é inútil, se fosse, qual o motivo de estar aqui na Terra? Você também não veio para cá por acaso, acredite. Seu livro da vida está em branco, ou sem graça, porque você o deixou desse modo, mas isso pode mudar.

Você, de fato, não vai querer fazer o papel da tristeza

Por: Andresa Rocha sexta-feira, abril 15, 2016

É horrível carregar um sentimento que ninguém entende e você tampouco consegue explicar, nem para si mesmo. Pior ainda é a sensação de estar nessa sozinho, não ter ajuda alguma, nem daqueles que supostamente estão ao seu lado. Contar um ou outro problema às pessoas parece algo natural, todos têm momentos difíceis na vida, certo? A coisa muda totalmente quando você só tem problemas e lamúrias para compartilhar, e começa a se sentir um fardo no meio dos amigos e da família.

Por mais que digam que amizade é isso, algo como estar lá “na alegria e na tristeza”, quase um acordo matrimonial, você, de fato, não vai querer fazer o papel da tristeza. Ninguém quer. Afinal, com a felicidade, o riso, as notícias boas, todos sabem lidar perfeitamente; do contrário, solte uma bomba e veja quantos saberão reagir a ela. Consigo contar nos dedos e ainda sobram alguns.

Você troca de endereço, mas você, como pessoa, não se muda

Por: Andresa Rocha quinta-feira, setembro 24, 2015


É terrível não se reconhecer mais. Olhar as coisas que antes traziam felicidade extrema e hoje não significarem nada. Acompanhar as conversas de amigos e notar que não tem ânimo para se manifestar, os assuntos não interessam mais, e o pior, se achar deslocado no meio de pessoas que antes era seu tudo.

Encaro meu reflexo no espelho. Depois de um longo e fadigado “não aguento mais”, observo a estranha que me fita de volta e tento encontrar resquícios da velha eu naquela garota. Talvez, se encará-la o suficiente, ela me liberte dessa carceragem psicológica. Quanto custa a fiança? Quando será o julgamento?